segunda-feira, 2 de maio de 2016

Cientistas identificam segredo da juventude em gene ruivo

Cientistas holandeses acharam gene que tem, em parte, o papel de fazer as pessoas parecerem mais jovens do que realmente são


Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Erasmus, na Holanda, em trabalho conjunto com cientistas da companhia Unilever, sugerem que as pessoas que têm uma variante em particular do gene MC1R aparentavam ser dois anos mais jovens, independente da idade cronológica, sexo e quantidade de rugas.
O MC1R tem instruções para a produção de um receptor chamado melanocortina 1. Esse receptor tem um papel na determinação da cor da pele, cabelo e olhos.
Este gene tem muitas formas diferentes, ou variantes. Uma certa variante do gene é frequentemente encontrada em pessoas com pele clara, cabelo ruivo e sardas, daí o apelido "gene ruivo".
A redução na função do gene MC1R está associada à alta sensibilidade ao sol e a alguns tipos de câncer de pele.
Gene tem muitas variantes – uma delas é frequentemente achada em pessoas claras e ruivas
Gene tem muitas variantes – uma delas é frequentemente achada em pessoas claras e ruivas
Foto: iStock
Também já se sabe que ele tem vários outros papéis, incluindo respostas a inflamações e reparo de DNA danificado. Essa pode ser a chave para compreender como essa variante do gene parece manter as pessoas com uma aparência mais jovem.
David Gunn, cientista da Unilever que participou da pesquisa, afirmou que a aparência de envelhecimento é algo que todos observam.
"Você encontra duas pessoas que você não viu durante dez anos. Aí você nota que uma parece que não envelheceu um dia sequer e, ao olhar para a outra pessoa, pensa: 'Uau, o que aconteceu com ela?'", disse Gunn à BBC.
A descoberta foi divulgada na revista especializada Current Biology .

O teste

Cientistas mostraram a pessoas fotos de 2.693 voluntários que não usavam maquiagem – as imagens também não tinham nenhum tipo de melhoramento (ou seja, zero Photoshop).
Elas tinham de adivinhar qual era a idade dos voluntários nas fotos, e os cientistas então comparavam o que essas pessoas disseram com a idade real de cada um.
O passo seguinte da pesquisa foi coletar o DNA das 2.693 pessoas das fotos para descobrir se havia diferenças ou mutações mais comuns entre aqueles que pareciam mais jovens do que realmente eram.
O resultado: todas as provas encontradas pelos pesquisadores apontavam para o MC1R.
O estudo sugeriu que algumas das variantes do gene levam as pessoas a parecerem, em média, dois anos mais jovens do que as pessoas que trazem em seu DNA outras formas do MC1R.
"A parte animadora é que nós encontramos o gene. E o fato de que fomos os primeiros a descobrir significa que poderemos saber muito mais", disse à BBC Manfred Kayser, professor da Universidade de Erasmus.
"E é animador, pois é um fenômeno conhecido que, até agora, não tinha explicação – por que algumas pessoas parecem tão mais jovens?"
Os cientistas não conseguiram, porém, esclarecer por que o MC1R tem este efeito. Eles tentaram testar a ideia de que as diferentes variantes do gene poderiam alterar o dano que o sol causa na pele, mas esse não parece ser o caso.
Como o estudo é relativamente pequeno, os autores esperam aumentar o número de pessoas testadas em pesquisas futuras para tentar revelar os efeitos da variante do gene em populações mais jovens e nas não europeias.

Sem fonte da juventude

O professor Ian Jackson, da Unidade de Genética Humana do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha, disse que a pesquisa holandesa é interessante, mas alerta que não é a descoberta da "fonte da juventude".
"O MC1R é o grande gene envolvido (em características) como cabelo vermelho e pele clara, e o que eles estão tentando dizer é que ele tem uma influência para fazer você parecer um pouco mais jovem. E isso não tem a ver com a pele clara, mas não tenho tanta certeza", afirmou.
David Gunn, cientista da Unilever, espera que as descobertas levem à criação de um produto que faça as pessoas parecerem mais jovens.
"Esse é o primeiro estudo genético a respeito da aparência da idade. Idealmente vamos querer algo que melhore (o funcionamento deste) gene para todo mundo", disse.
Mas ainda não está claro se, a partir desta descoberta, será possível diminuir a aparência de idade de uma pessoa.
"Essa descoberta é interessante e mostra como a genética pode influenciar o processo de envelhecimento independentemente do desenvolvimento de doenças", disse Tim Frayling, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, ao comentar a pesquisa.
"Mas, mesmo sendo interessante, os autores admitem que precisam encontrar mais variações genéticas para ter alguma chance de prever a aparência de alguém a partir apenas do DNA dessa pessoa", afirmou. 



BBC BRASIL / TERRA

Cuidado, excesso de trabalho pode causar danos psíquicos


Em uma data que celebra o trabalhador de todas as áreas, nada melhor que conhecer algumas dicas para não deixar que o excesso de trabalho prejudique a saúde e a qualidade de vida. Afinal, longas jornadas, pouco tempo de almoço e muitas demandas para resolver em pouco tempo ainda são problemas comuns.
Apesar da busca constante por um espaço no mercado,  é preciso ter cuidado para que a sobrecarga não acabe causando problemas mais graves do que apenas o cansaço e estresse, já encarados como sintomas comuns. 

Prejuízos que o excesso de trabalho pode causar

 

A maioria dos problemas mentais está associado a desequilibrios emocionais causados pelo estresse. . O excesso de trabalho, sem ter tempo para outras atividades e para momentos de lazer, é uma de suas principais fontes. Com isso, a mente fica conturbada e estimula o corpo de forma negativa, o que contribui para o desenvolvimento de doenças.
Não é à toa que pessoas que passam a maior parte do tempo trabalhando ou se preocupando com assuntos relacionados apresentam dificuldade em relaxar. Uma pesquisa realizada pela Agência de Saúde Pública de Barcelona, na Espanha, revelou que jornadas maiores que 40 horas semanais podem causar problemas físicos e emocionais graves.
As mulheres são as mais afetadas. O estresse, que envolve sintomas como dores de cabeça, insônia, gastrite, diarreia, queda de cabelo e alterações menstruais, é o problema mais comum. Já a depressão, a ansiedade e os problemas cardíacos são consideradas mais sérios.
excesso de trabalho
 
Excesso trabalho pode causar ansiedade, cansaço físico e mental e até depressão. 
 
Foto: iStock, Getty Images
 
 
Além disso, pode ocorrer o agravamento de problemas já existentes, como a hipertensão e o aumento do consumo de cigarros.Também é muito comum o surgimento de alterações hormonais e psicológicas.
Ainda de acordo com o estudo, realizado durante um ano com cerca de 2.800 pessoas de diferentes ramos e classes sociais, 17,1% das mulheres analisadas ultrapassam a jornada de 40 horas semanais, considerada normal ou até mesmo mínima no Brasil.
A pesquisa também apontou que, além do excesso de trabalho, o ambiente inadequado, a insatisfação com o emprego, os baixos salários e as horas extras contribuem para o aumento dos problemas. 

Como deixar a rotina mais leve

 

Além de diminuir a carga horária e o excesso de trabalho, é preciso buscar formas de relaxar e se desligar dos problemas profissionais, encontrando um equilíbrio entre os afazeres do emprego e outras necessidades.
Tirar um tempo para ficar sozinho e fazer uma avaliação sincera das atividades que ocupam a rotina pode ajudar a iniciar uma mudança. É fundamental reservar um tempo para momentos de lazer e para fazer o que gosta, seja ficar com a família e amigos, praticar exercícios físicos ou manter um hobby.
Terapias alternativas para amenizar o estresse e desgaste mental também são bem-vindas, como a ioga e a meditação, por exemplo. O ideal é encontrar as atividades certas para cada pessoa, que ajudam a descarregar a tensão, aliviar a ansiedade e proporcionar bem-estar.


DOUTÍSSIMA / TERRA 

O que é e para que serve a próstata, principal foco de câncer masculino

Ela é a causa principal de câncer nos homens, mas muitas pessoas não sabem o que é, nem para que serve. Estamos falando da próstata.
Segundo uma pesquisa da Prostate Cancer UK , instituição de caridade dedicada à pesquisa do câncer de próstata, um em cada cinco britânicos não sabem nem que tem esta glândula.
É algo alarmante, levando em conta que o câncer de próstata é a causa mais comum de morte por câncer em homens.
O ex-jogador de futebol da Inglaterra e do Newcastle United, Les Ferdinand, que viu sua avô sofrer da doença no final da vida, disse: "Não me surpreende que muitos homens não saibam o que sua próstata faz - é uma glândula fácil de ignorar. Até o câncer de próstata afetar minha família, meu conhecimento era bem pequeno."
A sociedade Americana Contra o Câncer estima que, nos Estados Unidos, em 2016, foram diagnosticados cerca de 181 mil casos novos de câncer de próstata e foram registrados mais de 26 mil mortos por esta causa.
No Brasil, os dados mais recentes do Inca (Instituto Nacional do Câncer) apontam que são registrados mais de 61 mil novos casos da doença por ano, com mais 13,7 mil mortes.

O que é?

A próstata é uma glândula que se encontra debaixo da bexiga e em frente ao reto.
O tamanho da próstata muda com a idade. Em homens mais jovens, é do tamanho aproximado de uma noz. Mas pode ser muito maior em idosos.
Logo atrás da próstata encontram-se as glândulas chamadas vesículas seminais, que produzem a maior parte do líquido do sêmen.
A uretra, que transporta a urina e o sêmen para fora do corpo pelo pênis, passa pelo centro da próstata.
A função principal da próstata é fabricar o líquido prostático, protegendo os espermatozoides, aumentando as possibilidades reprodutivas e maximizando as possibilidades de fecundação.

Câncer de próstata

A ignorância sobre esta glândula, principalmente por parte dos homens, preocupa especialistas.
"Os homens são muito ignorantes a respeito da próstata e isso é algo muito preocupante porque, atualmente, é o câncer que mais afeta os homens", disse à BBC Angela Culhane, diretora do Prostate Cancer UK .
"As coisas que são afetadas pela doença na próstata, como a ejaculação, a função sexual, o fluxo urinário e a incontinência não são temas sobre os quais as pessoas conversam na hora do jantar ou em bares", destaca.

Cerca de um em cada sete homens será diagnosticado com câncer de próstata ao longo da vida, segunda a Sociedade Americana do Câncer.
O câncer de próstata ocorre principalmente entre homens de idade avançada.
Cerca de seis em dez casos são diagnosticados em pessoas de 65 anos ou mais, e é raro aparecer antes dos 40.
A idade média do diagnóstico é 66 anos.
"Um homem de cerca de 30 anos sem nenhum fator de risco não deve se preocupar muito, mas os homens com mais risco devem conversar com seus médicos", diz Culhane.
"Se tem antecedentes familiares, são negros (homens negros têm o dobro de probabilidade de desenvolver câncer de próstata do que a população geral) ou tem mais de 50 anos, devem consultar médicos."
Devido a sua localização, os principais sintomas são urinários:
  • Necessidade de urinar com mais frequência, sobretudo à noite
  • Necessidade de correr para o banheiro
  • Dificuldade de começar a urinar
  • Pouco fluxo urinário ou demora para urinar
  • Sensação de que bexiga não esvazia completamente 

BBC BRASIL  /  Terra

Não sabe como descascar cebola sem chorar? Aprenda


Parece uma tarefa doméstica simples, mas nem todos sabem como descascar cebola. Diferente de outros vegetais, esse legume pode provocar irritação nos olhos por causa de seu odor e gases que emana.
Se eles entram em contato com o olho, reagem e formam um ácido que irrita a região ocular. Como forma de proteção, a lubrificação natural dos olhos produz as lágrimas. No entanto, existem alguns truques que ajudam a picar as cebolas sem que as lágrimas escorram.

Veja dicas de como descascar cebola

Para não chorar na hora de descascar cebola, é importante que os gases liberados pelo vegetal não cheguem aos olhos. Existem várias formas de impedir ou dificultar esse processo.
  • Descasque e corte a cebola dentro de um recipiente com água, para que o ácido se forme antes de chegar aos olhos
  • Abra a torneira com um fio de água corrente para descascar ou cortar a cebola embaixo
  • Ligue um ventilador do seu lado e, na direção transversal, aponte a cebola para o vento, de modo que não chegue aos seus olhos
  • Use óculos para ajudar a conter os gases. O modelo utilizado para natação veda os olhos e evita o contato do gás, mas você também pode testar os que utiliza para se proteger do sol
  • Congele a cebola, assim ela não libera gases. e você não estiver com pressa no preparo da refeição, congele-a antes de descascar e cortar.
O choro é provocado pela liberação de gases na hora do corte. Foto: iStock, Getty Images

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A solução para todos os problemas

 

Uma pesquisa da empresa House Food Group, do Japão, já conseguiu resultar na fabricação de cebolas  que não emitem os gases que provocam o choro. Através de uma modificação química em seus componentes, elas não causam efeitos aos olhos.
Porém, enquanto esses vegetais reformulados não chegam ao mercado, siga algumas das dicas, aprenda como descascar cebola sem chorar e aproveite seus benefícios. Pesquisadores da Universidade de Berna, na Suíça, descobriram que o consumo regular do vegetal ajuda na prevenção da osteoporose, principalmente em mulheres.
De acordo com o estudo, ingerir uma grama por dia já é suficiente para evitar a reabsorção, um processo no qual o osso perde cálcio e fica mais frágil. Para a prevenção do câncer de próstata, a cebola também é uma excelente aliada.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, homens que costumam incluir alho e cebolas em sua dieta são menos propensos a desenvolverem o tumor, já que esses alimentos possuem um composto a base de sulfeto que ajuda a prevenir a doença.
Ou seja, não gostar de descascar cebola não pode ser desculpa para não consumir o vegetal, afinal, até mesmo a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha o uso para tratamento de tosses, resfriados, falta de apetite e cuidados com a aterosclerose.


Doutíssima  /  Terra 

terça-feira, 26 de abril de 2016

Música ajuda bebês a falar, revela estudo

A música ajuda os bebês no aprendizado da fala, revela um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos, que observou o comportamento de um grupo de crianças em idade de amamentação que participaram de jogos que incluíam o uso de ritmos musicais.
Os pesquisadores compararam a evolução de um grupo de 20 menores de nove meses, aos quais ensinaram a reproduzir ritmos musicais em um pequeno tambor, enquanto um segundo grupo de 19 bebês, da mesma idade, recebeu outro tipo de brinquedos, como carrinhos ou cubos.
Uma semana depois desta experiência, os bebês foram submetidos a testes para determinar as áreas exatas do cérebro onde houve maior atividade.
Constatou-se que as crianças incentivadas a participar de jogos que envolviam música tiveram maior atividade nas regiões do cérebro importantes para o aprendizado da linguagem.
A linguagem, assim como a música, tem fortes características rítmicas, afirmam os pesquisadores. O ritmo das sílabas ajuda a distinguir os sons e a compreender o que uma pessoa diz e é essa capacidade de identificar os diferentes sons que ajuda os bebês a aprender a falar.
"Nosso estudo é o primeiro realizado em bebês que sugere que se expor a ritmos musicais pode melhorar a capacidade de detectar ritmos na linguagem", explica Christina Zhao, pesquisadora do Instituto de Aprendizado e Ciências do Cérebro (I-LABS) na universidade do estado de Washington (noroeste).
Zhao é a principal autora deste trabalho, publicado na revista da Academia de Ciências dos Estados Unidos.
"Para adquirir a capacidade de falar, os bebês devem ser capazes de reconhecer os tons e os ritmos e ter a capacidade de se antecipar", explicou a pesquisadora.
"Isto significa que um estímulo musical precoce pode ter efeitos mais amplos nas capacidades cognitivas", acrescentou.



afp_tickers  / Swiss Info

domingo, 24 de abril de 2016

Calistenia: conheça a prática que está conquistando cada vez mais novos adeptos



Uma atividade física sem muitos aparelhos, utilizando o peso do próprio corpo e de preferência ao ar livre, que parece uma aula de educação física com algumas acrobacias para os mais talentosos: esta é a calistenia. A palavra vem da união dos termos "belo" e "força" em grego e tem ganhado cada vez mais adeptos nos últimos anos.

Com exercícios como pranchas, paralelas, agachamentos e abdominais, a prática é frequentemente confundida com um treinamento funcional. "A calistenia se aproxima do treino funcional porque utiliza os movimentos naturais do ser humano no treinamento, mas não utiliza tantos acessórios, apenas um espaço e barras. Aliás, ela é muito mais antiga que o treino funcional", explica Adriane Lafemina, educadora física da Personal Work. Outro diferencial é a utilização do espaço disponível como suporte para a prática, o que reflete as tendências de busca por um dia a dia com mais contato com natureza e um estilo de vida saudável.

Reprodução
 
Reprodução


Há também quem confunda a prática com o famoso cross fit, porém, mais uma vez é o desapego dos acessórios que diferencia as duas atividades: "Tanto a calistenia como o cross fit trabalham o fortalecimento muscular e a flexibilidade, porém, não é necessário o uso de equipamentos e acessórios na calistenia", reforça.

Para praticar, basta encontrar um local de sua preferência e práticas. Para a educadora física, os exercícios devem ser feitos no período de 30 minutos a uma hora, dependendo do nível do praticante. Para quem busca companhia, nas redes sociais já é possível encontrar grupos que se encontram regularmente em praças e áreas verdes para se exercitar segundo as técnicas da calistenia.


Bonde

sábado, 23 de abril de 2016

Enxaqueca: sintomas, prevenção e tratamento

Distúrbio neurológico afeta cerca de 15,2% dos brasileiros. Em infográfico, saiba quais as consequências e como conviver com a doença

Enxaqueca: sintomas, prevenção e tratamento Fernando Gonda/Arte ZH
 
Foto: Fernando Gonda / Arte ZH
 
 
Uma dor pulsante que aparece de um lado só da cabeça, geralmente acompanhada de náuseas, vômitos e tonturas. Assim é a enxaqueca, distúrbio neurológico que afeta cerca de 15,2% dos brasileiros. Classificada como um tipo de cefaleia, a doença pode durar entre quatro e 72 horas e causar sensibilidade à luz e ao barulho.
A enxaqueca tem causa genética,tornando determinadas partes do cérebro mais sensíveis a estímulos externos e internos. Entre esses estímulos pode-se citar jejum prolongado, estresse, privação ou excesso de sono, luminosidade,consumo exagerado de café, ingestão de álcool e flutuação hormonal, especialmente em mulheres. Contudo, esses gatilhos variam de acordo com cada indivíduo. 


ZERO HORA